A maioria das
mulheres, independentemente da inteligência e educação
têm seu comportamento sexual afetado
negativamente por
mitos ou falsas idéias
sobre sexo. Isto gera
muita infelicidade sexual, resultando em problemas, inadequações e disfunções sexuais.
É quase impossível para uma mulher crescer em nossa sociedade sem
assimilar um grande número de idéias
que dirigem e dirigirão sua vida pelos
anos afora. Muitas dessas idéias são até
ridículas ou são falsos entendimentos
sobre o sexo e a vida sexual. Uma delas é atrelar o sexo ao amor. Homens
jamais precisaram da desculpa do amor
para admitir e concretizar uma relação
sexual. Mas as mulheres freqüentemente
precisam. As meninas, na nossa cultura, aprendem desde cedo a serem românticas e submissas. Assim, quando se
tornam adultas, já estão condicionadas
a se comportarem ajustando sua imagem de acordo com as necessidades e
exigências dos homens, prisioneiras que
são do mito do amor romântico. Segundo Ailton Amélio da Silva, do departamento de psicologia experimental da
Universidade de São Paulo, apenas 2%
das mulheres conseguem dissociar sexo
de amor, e as que praticam sexo casual
fazem isso como ‘uma fase’.
Mas há outros resultados como da
pesquisa da revista Marie Claire. Pesquisando suas leitoras na região sudeste, a maioria pertencente a classe AB e
de alto grau de escolaridade, obteve um
resultado surpreendente: 49% das entrevistadas disseram que fazem sexo mesmo sem estar apaixonadas.
Independentemente das convic-
ções morais ou religiosas, que, é claro,
devem ser respeitadas, as conseqüências dessa idéia feminina de que o sexo
só é válido quando existe também o
amor, costumam ser desastrosas.
O novo, o desconhecido assusta.
Entretanto, repetir o que é aprendido
como verdade absoluta não é a solução.
As mulheres, durante alguns milênios,
foram cúmplices na perpetuação do sistema que as oprime, acreditando nessa
inferioridade e transmitindo o mesmo
sistema, através das gerações, aos filhos
de ambos os sexos.
Especialistas acham que a descoberta conjunta e equiparada da sexualidade pode aproximar homens e mulheres também fora da cama.
Dra. Carmita afirma: “Essa gera-
ção de meninos vai dar em homens que
não vêem a antiga distinção entre mulher para curtir e mulher para casar. E
as meninas podem virar mulheres que
não associem tanto o sexo ao amor, desfrutando-o com mais naturalidade”.
Quantas decepções poderiam ser evitadas na vida das mulheres se elas, afinal, desvinculassem o sexo do amor.
Sexo com amor é muito bom, mas o sexo
casual também existe, podendo proporcionar alegria, satisfação, alto nível de
endorfinas no cérebro e, conseqüentemente, bom humor.
Sabem muito bem os homens disso. Tanto que se aproximam de muitas
mulheres apenas com a intenção de fazer sexo. Mas as mulheres foram condicionadas para verem em cada aproximação a possibilidade de um relacionamento amoroso. E, na maioria das vezes, se decepcionam quando percebem
que o parceiro queria apenas fazer sexo
com elas e não viver uma história de
amor.



Primeiramente
se faz necessário delinearmos o que é
educação sexual e o
que é orientação sexual. A educação sexual contempla todas
as informações, discussões e reflexões
sobre valores, pré-
conceitos, crenças e postura adotada
frente a sexualidade. A orientação sexual vai além disso, ela propicia um espaço para ”digestão ” destes conteúdos,
o ter liberdade de falar como está entendendo estas informações, o como
está sentindo, o que passa pelos pensamentos, o que incomoda, o como se
porta diante destas questões, e é justamente este espaço para reflexão individualizada que diferencia a educação da
orientação sexual.
Responsabilidade da família
Diante disto vemos que é a famí-
lia que terá mais oportunidade para
fazê-la porque ela tem mais chances de
abrir este espaço para o filho falar o que
pensa e sente, ela detém esta proximidade, a presença diária, é por estas razões que ela consegue fazer melhor este
papel do que qualquer outra instituição
é ali no núcleo familiar que se pode ter
mais liberdade, confiança, intimidade,
sentir-se amparado, e aos pais cabe passar o respeito ao que o filho fala, honestidade com os assuntos e seriedade com
os seus sentimentos.
O momento certo
A sexualidade se manifesta diariamente em momentos aparentes e outros não, por isso é necessária a intimidade para falar deste assunto como qualquer outro, conforme ele aparece, como
se fala, na linguagem do filho, usando
termos que ele conhece, falar com respeito, na hora do banho, diante da nudez da criança que percorre a casa, no
flagra do filho aos pais na cama, do beijo entre os pais ou mesmo da falta dele,
um pai que continua abraçando e beijando seu filho depois de crescido, está
passando ao filho que se pode ter afeto
por outro homem sem erotizar este
relacionamento, enfim o dia-a-dia possibilita muitas situações. Falar do assunto propicia mais aceitação da vida sexual, compromisso consigo mesmo,
mais conforto e prazer possibilitando ao
filho maior crescimento como pessoa.
A educação dos pais
Claro que temos que levar em consideração que os pais não tiveram esta
oportunidade, mas que isto não seja
apoio para desculpas, hoje ocupam papel de responsáveis pela educação de
seus filhos e por isso tem o dever de
buscarem a melhor forma de lidar com
estes assuntos, caso isto não esteja tranqüilo para eles, é obrigação dos pais
proporcionarem aos filhos melhor entendimento, precisam educar seus filhos
para a vida e por esta razão não podem
dar continuidade a uma educação
dissociada onde se valoriza o intelectual, o social, o espiritual deixando de lado
o afetivo-sexual, como se isto fosse possível. Evidenciar este assunto como os
outros é respeitar o filho de forma integrada e é ainda a prevenção de tantos
problemas que envolvem o sexo e a sexualidade nossa e da sociedade.
Pais, não é feio buscar informações
e reflexões sobre a sexualidade quando
isto não é tranqüilo, o que é feio é silenciar diante de tantas questões evidentes. Se precisar de uma piada para iniciar um diálogo com o filho, o faça, mas
abra espaço para ele falar de si, conte
uma passagem da sua vida, isso com
grandes chances poderá aumentar a
cumplicidade de vocês. Não permita
mais que os meios de comunicação explorem estes temas com seu filho despertando nele tanta ansiedade, justamente porque não está preparado para
determinadas cenas e entendimentos.
E cabem a vocês pais, serem instrumento para abrir este canal de comunicação, este espaço para se falar respeitosamente da sexualidade e de forma gostosa, prazerosa, criar este clima
de confiança e liberdade.
A família que não convive, que não
se toca, que não demonstra afeto que
ignora sentimentos, deixará como herança a seus filhos a amargura, desprezo e sentimentos de inferioridade que
poderão levar por toda a vida. Pai faça
a sua parte


3
A menopausa,
caracterizada pela irreversível parada da ovulação na mulher, marca o fim do período fértil feminino. O análogo, ou seja, a parada da
produção de espermatozóides no homem
não existe. Na realidade, existem relatos
de homens na nona década que conseguem reproduzir. No entanto, o homem
experimenta um declínio gradual de suas
funções hormonais, sobretudo na diminuição do hormônio sexual circulante e
na produção de espermatozóides.
O termo andropausa não é tão recente. Werner em 1939 foi o primeiro a
descrever o climatério masculino como
sendo um paralelo à menopausa. Este
mesmo autor descobriu que os sintomas
relacionados com o processo eram secundários a alterações hormonais. Recentemente vários investigadores comprovaram
que as alterações hormonais no homem
ocorrem mais tardiamente em compara-
ção com a mulher e são fenômenos mais
ocasionais.
A diminuição da função testicular,
associada a sinais de diminuição da virilidade como, diminuição da libido, queda de cabelo, perda de massa muscular e
vigor físico, acrescidos a sinais de distonia
neurovegetativa como, nervosismo e insônia podem culminar com o equivalente à menopausa na mulher, isto é, a menopausa masculina. Não acho este termo “menopausa masculina” adequado.
Outras definições foram propostas como
“climatério masculino” e “andropausa”,
mas talvez o mais apropriado seja o termo “Deficiência androgênica do envelhecimento masculino (DAEM)”. Independente da terminologia utilizada é consenso
de que o homem idoso apresenta uma diminuição da função testicular que ocasiona um declínio de seu hormônio sexual
circulante e como conseqüência, uma
série de fatores que alteram a sua qualidade de vida.
Testosterona
A testosterona é um hormônio
secretado pela célula de Leydig do testí-
culo. Este hormônio também é produzido pelas glândulas adrenais, que ficam
posicionadas acima dos rins, mas o volume é baixo e de pouca importância clínica. A secreção de testosterona inicia-se
na fase embrionária, com um pico em 12
semanas de gestação. Existe um outro
pico logo ao nascimento e posteriormente, um nível baixo comparável à mulher
até a puberdade. Nesta fase existe um aumento da produção de testosterona responsável pelo desenvolvimento dos
caracteres sexuais secundários: alteração
da voz, crescimento de pêlos e barba e
desenvolvimento do pênis e escroto. Também tem um efeito anabolizante ao aumentar a massa muscular. Nos homens
existe um decréscimo dos níveis de
testosterona com a idade, cerca de 1%
ao ano.
Embora seja consenso de que um
declínio dos hormônios sexuais ocorre em
homens idosos independentemente de
seu estado de saúde, é provável que o
meio ambiente traga influências positivas
(estimulação) e negativas (supressão) neste processo. Estes fatores ambientais podem ser físico (temperatura, luz, ruído e
irradiação), químico (tóxico), biológico
(vírus e microorganismos), comportamental (alcoolismo, tabagismo e drogas
alucinógenas) ou sócio-econômico (nutrição e higiene). Além do efeito agudo, a
repetição e o acúmulo gerado por todos
estes fatores estressantes, durante uma
vida inteira, leva a uma progressiva perda
das funções fisiológicas do organismo. É
notório que homens com seqüelas de
doenças crônicas (cardiovascular, pulmonar, hepática, etc) apresentam um efeito
negativo nos níveis de testosterona e que,
nestas circunstâncias, o declínio androgê-
nico é mais acelerado.
Função Sexual
Segundo vários estudos, a incidência de disfunção erétil ou dificuldade de
ereção aumenta com a idade. Embora
doenças crônicas tenham um papel relevante neste incremento, alguns estudos
mostram que existe um declínio da fun-
ção sexual mesmo em homens sadios. Na
realidade, a queda da atividade sexual nos
homens após os 50 anos ainda não está
bem esclarecida. Alguns estudos mostram
que o envelhecimento e as alterações
hormonais estão mais diretamente relacionadas com atividade sexual de que com
libido. Desinformação, falsa expectativa
e atitude derrotista são alguns fatores que
podem contribuir para a disfunção sexual do idoso. A testosterona exerce um papel secundário no declínio da sexualidade masculina no idoso. Alguns agentes
inespecíficos como saúde deficiente e
queda de mobilidade, aumento da incidência de doenças crônicas, considera-
ções da parceira e aumento de disfunção
neurológica contribuem para esta diminuição da atividade sexual do homem
idoso.
Reposição Hormonal
Muito tem se questionado sobre a
reposição hormonal em homens da meia
idade. Não existe até o momento nenhum
estudo controlado que estime o risco e
benefício da reposição hormonal preventiva em homens idosos. Todo homem submetido a tratamento hormonal deve ser
acompanhado para câncer de próstata.
Diferentemente do que muitos pensam, a
reposição com testosterona não induz a
câncer de próstata, mas pode, sim, estimular a progressão de um câncer prostá-
tico latente. Existe uma variedade de formas e vias de administração de testosterona. Sumariamente, podemos dividir
em terapia oral, intramuscular e transdérmica (pela pele). No Brasil utilizamos a
via intramuscular por apresentar uma relação custo-benefício mais satisfatória. Os
efeitos colaterais mais comumente observados incluem alterações prostáticas, aumento dos lípides séricos (colesterol e fra-
ções), aumento da produção de células
do sangue, toxicidade ao fígado e
ginecomastia (aumento da mama).
No homem idoso ocorre uma diminuição da função testicular que ocasiona
um decréscimo da testosterona livre
circulante. A falência testicular, semelhante ao que ocorre com o ovário, e a tão
falada “andropausa” não existe. Os sintomas decorrentes da queda de andró-
genos do idoso como, fadiga (física e
mental), perda de energia, queda de cabelo, perda de massa muscular, depressão e diminuição da libido, constituem
uma síndrome que preferimos denominar
de “deficiência androgênica do envelhecimento masculino” (DAEM). Considerando os efeitos colaterais potencialmente severos, além da ausência de um estudo cientificamente válido, comparando
riscos e benefícios, a reposição hormonal
não deve ser adotada como terapia preventiva em todo homem idoso. Alguns
casos selecionados com sintomas clínicos
e laboratoriais de DAEM serão beneficiados com a reposição de testosterona.


Na medicina
quando receitamos
um remédio para um
paciente é fundamental que ele produza o
efeito que desejamos
sem modificar o seu
bem estar. Em alguns
casos certos efeitos
colaterais, como a baixa de desejo sexual (libido), podem dificultar o seguimento do tratamento. Certos pacientes
chegam mesmo a abandonar seus comprimidos, colocando em risco sua pró-
pria vida. Se um medicamento prescrito parece ter um efeito negativo na fun-
ção sexual, deve-se considerar uma via
diferente através da troca por um outro,
diminuição de doses ou um outro complemento ao tratamento inicial. Não
devemos por impulso interromper o que
foi inicialmente receitado sem antes consultar o médico responsável. Sabemos
que cerca de 25% dos casos de impotência sexual são devido aos efeitos
colaterais de determinados remédios. Da
mesma forma muitas doenças podem
afetar a vida sexual, tornando-se difícil
estabelecer se a causa é devido ao uso
destes medicamentos ou mesmo da pró-
pria doença do paciente.
Os anti-hipertensivos (remédios
usados para controlar a pressão alta):
A família dos beta-bloqueadores
como o Propanolol (inderal®, propanolol®), Atenolol (atenol®, angipress®),
Pindolol (visken®), Metropolol (lopressor®), tornam a freqüência cardíaca
mais lenta e ajudam o coração a funcionar melhor. Além de poder levar a
disfunção erétil este grupo de remédios
pode também prejudicar as 3 fases do
ato sexual (desejo, excitação e orgasmo).
O Propanolol tem uma ação negativa
maior sobre a função sexual que o restante da família. Alto índice de disfunção
erétil e problemas na ejaculação são associados com antigos simpaticolíticos
Reserpina e Guanetidina (ismelina®),
mas hoje praticamente não mais usados.
A Clonidina (atensina®) e o alfa-metildopa (aldomet®) também têm causado
perda do desejo sexual, disfunção erétil
e dificuldade para conseguir o orgasmo.
Os bloqueadores dos canais de cálcio
como a Nifedipina (adalat®) e o
verapamil (dilacoron®) têm poucos efeitos sobre a função sexual se comparados aos beta-bloqueadores e diuréticos.
O tratamento da hipertensão arterial
com medicamentos do tipo Inibidores
da ECA (enzima conversora da angiotensina) como Captopril (capoten®),
Enalapril (renitec®), Cilazapril (vascase®) tem baixa associação de disfunções
sexuais.
Diuréticos:
Eliminam o excesso de sal e água
do organismo. Podem prejudicar a ere-
ção reduzindo a quantidade de sangue
que circula para o pênis. Pacientes usando diuréticos tem uma chance de 2 a 6
vezes maior de ter uma disfunção sexual que uma outra pessoa qualquer. Impotência sexual ocorre em até 32% dos
pacientes em uso de diuréticos do tipo
Tiazídicos como a Clortalidona (higroton®, tenoretic®), Hidroclorotiazida
(clorana®, drenol®, moduretic®). O
possível mecanismo seria a redução dos
níveis de zinco o que interfere com a
produção de testosterona (principal
hormônio masculino) contribuindo também para diminuição do desejo sexual.
A Espironolactona (aldactone®) pode
causar dificuldades de ereção em cerca
de 30% dos casos e induzir a ginecomastia (crescimento dos seios no homem) devido a seu bloqueio na produ-
ção da testosterona.
Medicações para a depressão,
tranqüilizantes e neurolépticos:
Episódios de depressão são
freqüentemente acompanhados de uma
baixa da libido (desejo sexual). Em homens com depressão grave os problemas de ereção estão presentes em 90%
dos casos. Além disso, está comprovado que dificuldades de ereção podem
favorecer o aparecimento da depressão.
Estas duas condições estão, portanto,
intimamente ligadas a tal ponto da
disfunção erétil hoje ser considerada
parte do ciclo vicioso da própria depressão. Certos antidepressivos são responsáveis por problemas sexuais variados
como a diminuição do desejo sexual,
problemas na ereção e ejaculação. Os
mais implicados são os antidepressivos
tricíclicos como a Imipramina
(tofranil®) e a Amitriptilina (tryptanol®).
A Clomipramina (anafranil®) reduz a
sensibilidade genital causando retardo
na ejaculação. Medicações que aumentam a serotonina (serotoninérgicos)
como a Fluoxetina (prozac®), Sertralina
(zoloft®), Paroxetina (pondera®,
aropax®) tem efeitos maiores sobre a
ejaculação, causando retardo, sem influência maior sobre a função erétil e
libido quando usados por curtos períodos. O exato mecanismo pelo qual estas substâncias causam disfunção sexual ainda não é bem conhecido. A
Fluvoxamina (luvox®) seria o
antidepressivo de escolha quando se
deseja evitar o efeito colateral de
ejaculações mais demoradas. A
Trazodona (donaren®) e Bupropiona
(wellbutrin®) não apresentam influencia negativa sobre a atividade sexual,
com alguns relatos na literatura médica
de ereções prolongadas (Trazodona) e
de melhora do desejo sexual com facilitação em conseguir orgasmos em homens e mulheres (Bupropiona). Os
benzodiazepínicos, usados para tratamento da ansiedade (ansiolíticos), como
o Diazepam (valium®), Alprazolam
(frontal®), Lorazepam (lorax®), Clonazepam (rivotril®), Escitalopram (lexapro®) são responsáveis por problemas
relacionados a perda do desejo sexual.
Os neurolépticos ou anti-psicóticos são
medicamentos utilizados em psiquiatria
em casos de psicoses (esquizofrenia,
manias, etc) como o Tioridazina
(melleril®), Haloperidol (haldol®),
Clorpromazina (amplictil®), Carbolitium®, causam problemas hormonais (aumento da prolactina com baixa da
testosterona, alterações de tireóide),
com repercussões sobre a libido, capacidade erétil, inibição da ejaculação e
mesmo dor ao ejacular.
Medicações para o coração
(cardiovasculares):
A Digoxina é um medicamento
usado principalmente para aumentar a
contratilidade do músculo cardíaco nos
casos de insuficiência cardíaca congestiva. Ela induz a dificuldades de ere-
ção por elevação dos níveis de estrógenos (hormônio feminino), diminuição do
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